
Seria grave, além de míope, se nos próximos dias e nas próximas semanas as assembleias legislativas colocassem novos entraves, aprovando moções dilatórias ou exigindo novas condições de um acordo que, após vinte e cinco anos de negociações, produziu um documento final que prevê cláusulas de reciprocidade e salvaguardas que ampliam de maneira significativa o atual quadro de garantias, tanto para os consumidores quanto para os produtores.
A Itália, País que mais se beneficia do acordo e com o maior número de produtos típicos protegidos (57), deve estar na linha de frente para levar a termo esta última etapa do processo; as posições daqueles partidos que, no dia seguinte a esta assinatura histórica, tomam distância por interesses localistas (perseguindo, ademais, ostensivas fake news) não apenas minam a credibilidade da Itália e da Europa, mas também contrastam diretamente com os interesses nacionais e com o fortalecimento de uma área política e econômica estratégica fundamental para um novo equilíbrio mundial sob a luz da democracia e do multilateralismo.
Fonte: Assessoria de Imprensa Deputado Fabio Porta