
Permanece, contudo, um aspecto particularmente delicado: a família teve que arcar e continua a arcar com custos muito elevados para os tratamentos, já equivalentes a dezenas de milhares de euros. Em situações de tal gravidade, o direito ao tratamento e ao retorno à Itália não pode depender exclusivamente das possibilidades econômicas dos familiares.
É, portanto, necessário avaliar todo instrumento útil, inclusive extraordinário, para tornar concretamente possível a transferência sanitária assim que as condições clínicas permitirem.
Continuaremos a acompanhar com a máxima atenção a evolução do caso para que seja garantida ao nosso compatriota e aos seus familiares uma resposta rápida, concreta e eficaz por parte do Estado”.
Assim o declara o Deputado Fabio Porta, signatário da interpelação junto com a Deputada do Partido Democrático, Lia Quartapelle, vice-presidente da Comissão de Relações Exteriores.
Fonte: Assessoria de Imprensa Deputdo Fabio Porta