
“A Rerum Novarum não pedia para deter a modernidade, mas para humanizá-la. Hoje, aquela lição impõe governar a IA, protegendo a dignidade, a segurança e a participação dos trabalhadores”, ressaltou Porta.
O Deputado destacou as oportunidades da inteligência artificial para aliviar tarefas repetitivas e desgastantes, advertindo, porém, sobre os riscos de vigilância invasiva, discriminação e decisões automatizadas opacas.
“Quem trabalha deve poder conhecer e contestar os critérios pelos quais é avaliado. A responsabilidade pelas decisões não pode ser transferida para uma máquina”.
“O sindicato é uma necessidade do futuro: deve contribuir para governar a inovação e garantir que os ganhos de produtividade se traduzam também em melhores salários, formação e tempos de trabalho mais humanos”, acrescentou Porta, recordando sua própria experiência como secretário nacional do Movimento Estudantes de Ação Católica.
“O progresso — concluiu — não se mede somente pela eficiência das tecnologias, mas pela liberdade concreta das pessoas. Não podemos ter máquinas cada vez mais avançadas e trabalhadores cada vez mais vulneráveis”
Fonte: Assessoria de Imprensa Deputado Fabio Porta