
Referindo-se à diferença entre a velocidade crescente das ameaças cibernéticas e os tempos de resposta, Porta ressaltou que “não podemos esperar que o dano aconteça para intervir. A resiliência nacional é construída antes das emergências, investindo na prevenção, na formação e em uma defesa mais tempestiva e coordenada”.
No centro da intervenção, a dimensão ética da inovação: “A autonomia das máquinas não pode se transformar em irresponsabilidade de quem as desenvolve e as utiliza. Quanto mais confiamos aos sistemas capacidades operacionais, tanto mais devemos garantir limites claros, verificações e proteção dos direitos”.
O deputado também destacou a necessidade de apoiar pequenos municípios, pequenas empresas e cidadãos menos preparados no plano digital. “Uma segurança acessível somente às organizações mais fortes deixa expostos os mais vulneráveis. Reduzir essas desigualdades é parte integrante da defesa do País”.
Porta, por fim, ressaltou a importância da autonomia tecnológica italiana e europeia: “Não significa isolamento, mas capacidade de escolher e cooperar protegendo o interesse público. A tarefa da política é proteger o País sem empobrecer suas liberdades e promover a inovação sem deixar as pessoas para trás. O progresso é autêntico quando aumenta a dignidade e a segurança de todos”.
Fonte: Assessoria de Imprensa Deputado Fabio Porta