
“Mais uma vez – prossegue Porta – são atingidas as nossas gloriosas comunidades italianas no exterior, as mesmas às quais este governo já desferiu um golpe duríssimo com a reforma da cidadania, aprovada por meio de um decreto e sem um verdadeiro debate parlamentar, limitando o direito de transmitir a cidadania às novas gerações.”
“Agora intervém-se sobre a representação com uma operação que não leva em conta a realidade dos territórios. Agrupar comunidades tão distantes entre si é como se, na Itália, se decidisse criar um único distrito eleitoral reunindo Lombardia, Molise, Vale de Aosta, Basilicata e Úmbria: territórios com histórias, necessidades e características diferentes. É evidente que quem pagaria o preço seria a representação dos territórios menores e mais distantes.”
“As comunidades italianas no exterior não são números a serem redistribuídos em um algoritmo eleitoral – conclui Porta – mas pessoas, histórias e realidades que mantiveram vivo o vínculo com o nosso País. A maioria não está reformando a representação: está procurando submetê-la aos próprios interesses políticos.”
Fonte: Assessoria de Imprensa Deputado Fabio Porta